E fechando o ciclo de posts sobre Buenos Aires, depois de uma semana que já estou aqui no Brasil já deu para sentir a falta de algumas coisas:

- Cidade plana onde podemos caminhar quilômetros sem ver uma subida. Tem gente que acha isso uma monotonia, mas eu prefiro trocar a vista da Serra do Curral por uma cidade mais plana. Se conhecessem Santiago no Chile, que é plana e de onde vemos à leste – de qualquer ponto da cidade – a Cordilheira dos Andes, talvez não achassem isso com tanta certeza. Aqui no Brasil, só conheci uma cidade tão plana quanto: Vitória – ES.

- Cafés de esquina com wi-fi gratuitos. Esse é um capítulo à parte. Do mesmo modo que existem muitas livrarias, nessa cidade também há muitos restaurantes e cafés com redes Wi-Fi gratuitos. Basta ver o símbolo na porta que certamente o seu uso é livre. É sentar e usufruir.

Wi-Fi Zone

Só tenha a decência de consumir algo se quiser usá-la. Afinal de contas, se não existe “almoço grátis” para você, não existe para os outros também.

Eu andei com o meu E61 por todo lado e consegui acessar a internet, bastando apenas achar um café. É o paraíso dos geeks.

- Livrarias e mais livrarias. Como disse uma vez, é como se na Avenida Paulista existissem mais de uma dezena de Livrarias Cultura. Se é mito que Buenos Aires tenha mais livrarias que no Brasil, ainda assim, se considerarmos a população dos 2 países, podemos dizer: “Vai gostar de ler assim lá em Buenos Aires!“. A minha sugestão fica para a rede de livrarias El Ateneo que tem o Impresso Café. Livros, comida/bebida e Wi-Fi. Tudo no mesmo lugar.

- Tataki: restaurante peruano-japonês que depois de frequentá-lo, o meu conceito de restaurante japonês mudou. Não são porções raquíticas com preços estratosféricos como às que estamos acostumados por aqui. Nesse restaurante, as opções de makis, sushis e sashimis são tão generosas quanto saborosas. Como sugestão, fica o Uramaki Buenos Aires. Só de lembrar, já fico com água na boca…. E como não poderia ser diferente, aqui também tem Wi-Fi.

- O aroma de nardo. Foi só depois de minha esposa ter falado é que descobri. Era esse aroma que sentia por todo lugar que ia. E como ela mesma disse, essa também é uma das identidades dessa cidade.


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